quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Bullying - Conhecer para prevenir

              Os alunos do 9º ano de 2010, durante as aulas de Formação Humana e Religiosa, realizaram um trabalho em grupo para conhecer a realidade de quem sofre e comete Bullying e para provocar a sensibilização de um problema que atinge nossa sociedade.


Trabalhos apresentados pelos alunos:

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Projeto Antibullying do Externato São José

Os alunos dos oitavos anos participam de atividades de reflexão e debate sobre o tema bullying. O professor Orestes Souto, de filosofia e formação humana e religiosa, juntamente com a orientadora educacional e psicóloga Ádria Assunção, promovem leituras de textos, análise de filmes e roda de debate sobre o assunto, em sala de aula e no auditório da escola. Nestes momentos, os adolescentes podem expor suas opiniões, suas vivências escolares, informarem-se sobre o que caracteriza este tipo de violência e os envolvidos nela. Os jovens têm, também, a oportunidade de analisar se, de alguma forma, estiveram ou estão envolvidos em casos de bullying, de produzir textos, cartazes, e de posicionar-se criticamente diante deste fenômeno. A partir deste trabalho, os alunos são convidados a participarem do GAB, grupo antibullying do Externato São José.
Os voluntários do GAB realizam encontros com alunos das séries iniciais, quando discutem o assunto e promovem a conscientização das crianças de forma a propiciar uma vivência mais harmônica e respeitosa entre elas. O GAB também realiza "adesivaços", o que possibilita divulgar o assunto junto aos adultos de nossa comunidade, sejam eles pais de alunos ou transeuntes nas proximidades da escola. A ação do grupo antibullying já alcançou projeção extramuros, haja vista o interesse da mídia pela ação do GAB e a divulgação do projeto em um telejornal local de amplo alcance.
Enfim, o GAB promove atividades muito significativas cujo objetivo é solucionar e, principalmente, prevenir casos de bullying em nossa escola e em nossa comunidade, além de contribuir sobremaneira para a formação humana e cidadã de nossos alunos.

                                                            Ádria Assunção Santos de Paula                                                               Psicóloga Escolar/Educacional e Orientadora Educacional- 8º e 9º Anos












                                                                                                     

domingo, 21 de novembro de 2010

Bullying, uma realidade para além dos portões da escola




Agressão física e verbal, ridicularização, humilhação, constrangimento, intimidação e inúmeras outras formas de violência, praticadas de forma frequente na escola, entre um aluno e outro, ou um grupo contra outros são denominadas bullying. Este termo, em inglês, deriva das palavras bull (touro, sinônimo de força) e bully (brigão, valente, forte). Visto por muitos como uma brincadeira de mau gosto, este fenômeno não é novidade, infelizmente existe há muito tempo. Pesquisas sobre o tema  iniciadas em 1978, na Noruega, e no Brasil, no ano de 2001, apontam que o bullying acontece em diferentes países e, praticamente, em todas as escolas, da Educação Infantil até o Ensino Superior. Filmes, documentários, programas de debates e jornais abordam o assunto. Nos últimos anos, a sociedade, estarrecida, acompanhou reportagens sobre massacres promovidos em escolas por alunos, repetidas situações de violência entre jovens, de alunos para com seus professores e de professores contra seus alunos. Esta violência não acontece só na escola. No ambiente de trabalho é chamada de assédio moral. No ambiente familiar também atitudes de humilhação e ridicularização entre primos e irmãos podem ser observadas.
Quando acontece bullying, todos os envolvidos saem perdendo. Os agressores, aqueles que praticam a violência contra outrem, muitas vezes, já foram vítimas em outros tempos e passam a agredir para sentirem-se fortes, poderosos. As vítimas, geralmente são alunos mais tímidos, podem ser bons alunos e, portanto, ridicularizados, apelidados, constrangidos. Ou podem ter alguma dificuldade específica, terem algo em sua aparência ou jeito de ser que desperte as críticas constantes de alguns colegas. As testemunhas são aqueles que observam, percebem as agressões, mas não se envolvem diretamente, não tomam partido. Estes também podem ser considerados vítimas, uma vez que podem viver em estado de alerta, temendo ser, mais tarde, alvos de bullying. Para todos as consequências são negativas. Dificuldades de aprendizagem, isolamento, depressão, dificuldades de relacionamento e a possibilidade de tornarem-se jovens e adultos agressivos são heranças da violência vivida na escola.
Nesse contexto, devemos nos perguntar o porquê deste fenômeno. Não há uma resposta simples, uma vez que as causas e consequências do bullying são complexas. Vivemos em uma sociedade que gera competitividade e individualismo. Acompanhamos, todos os dias, situações de preconceito e intolerância em vários espaços sociais. A escola é mais um destes espaços, ela constitui a sociedade e é constituída por ela. Não há como separar a sociedade da escola e a escola da sociedade. O que acontece fora de seus portões constitui e interfere diretamente nas relações estabelecidas entre os sujeitos na escola. O sistema educacional vigente também estimula atitudes competitivas e  individualistas em detrimento da colaboração e do espírito de grupo. A obrigação, ainda que velada, de ser o melhor, o mais inteligente, o mais forte, o mais bonito, o mais popular, alimenta as situações de intolerância na escola.
A escola, como instituição que tem a responsabilidade social de contribuir para a formação intelectual e ética de crianças e jovens, precisa garantir que seus alunos convivam em um ambiente acolhedor, seguro, onde possam conviver de forma respeitosa, aprender e se desenvolver. Como assegurar isso? Simples, porém trabalhoso, requer atenção e esforço de todos: direção, professores, alunos, familiares. É preciso, em princípio, reconhecer que o bullying acontece na escola, mesmo que não chegue a atitudes extremas. Ao identificar um caso de bullying, por mais inofensivo que possa parecer, é preciso agir imediatamente, conversar com os alunos envolvidos e com suas famílias. Abordar o assunto de forma interdisciplinar, promover debates, fazer amplas campanhas de informação, esclarecimento e conscientização para professores, funcionários, alunos e familiares ajuda a conhecer o fenômeno e a combatê-lo. Observar se a metodologia adotada pela escola possibilita a inclusão da diversidade, a vivência da solidariedade, se acontece o trabalho com valores humanos, o que também é fundamental para que se estabeleçam relações mais éticas e respeitosas no ambiente escolar.
As crianças e os jovens devem ter assegurado o direito de frequentarem uma escola que os acolha como sujeitos históricos, com características próprias de aprender e de se relacionar. Há um jargão que diz que as crianças e jovens são o nosso futuro. Precisamos, portanto,pensar que eles são o nosso presente, dignos de atenção e cuidado, hoje. A escola, em parceria com as famílias, deve oferecer as condições para que crianças e jovens exerçam a sua cidadania plena agora. Nós, adultos, pais e educadores, temos de lutar por condições de vida mais justas para todos, pelo respeito à dignidade humana, pelo direito à singularidade, sem ferir o princípio da equidade de oportunidades e de acesso às práticas sociais. Quando as relações sociais tornarem-se mais justas e menos preconceituosas, certamente a intolerância e o desrespeito na escola diminuirão. Não podemos esperar que o contexto social mude para buscarmos formas de enfrentar o bullying na escola, no entanto, lutar para que esta mudança aconteça é responsabilidade de todos nós.
Ádria Assunção Santos de Paula
 Mestra em Psicologia do Desenvolvimento
       Psicóloga Escolar/Educacional do Externato São José
(Texto publicado no jornal O Popular, em 26 de dezembro de 2009.)

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Abraço da Paz. Os alunos da Educação Infantil e Primeiros Anos celebrando a convivência fraterna e harmoniosa!

Projeto “Bullying, isso não é brincadeira!”







Cláudia Fernanda Faria Quixabeira*





Considerando que as manifestações do Bullying vêm crescendo e se tornando importante aspecto da violência social e escolar - fato que tem despertado a atenção de todos para a necessidade de seu enfrentamento - o Colégio Externato São José vivencia o projeto antibullying “Bullying, conhecer, prevenir e educar para a paz”, cuja expressão na Educação Infantil se traduz por meio do projeto “Bullying, isso não é brincadeira!” sendo estes ações interdisciplinares que envolvem  toda comunidade escolar. O objetivo é prevenir o que hoje está em discussão na sociedade o bullying.
A principal justificativa para a elaboração deste projeto é o objetivo de identificar, prevenir e combater qualquer tipo de violência, principalmente o bullying, no Colégio Externato São José. Entendemos que é possível encontrar meios para dar verdadeiro sentido às relações humanas, quer seja no ambiente escolar, quer seja em outros espaços sociais
            Normalmente, os atos de bullying, tais como intimidar, apelidar, constranger, ferir, humilhar, entre outros, podem ser frequentes na infância, em meio às brincadeiras em família, na rua ou na escola. O resultado nunca é positivo. Segundo estudiosos, o fenômeno pode gerar complexo de inferioridade ou uma marca psicológica, acarretando problemas pessoais e sociais futuros. Geralmente, a vítima se torna um agressor se o trauma não for detectado e tratado.
            Com o lema Seja amigo: respeite as diferenças. Somos todos diferentes, mas com direitos iguais, pretende-se fomentar no público de Educação Infantil ao 1º ano, o respeito às diferenças entre as pessoas, e às formas de pensamento, aos valores, as culturas, cor, raça, etnia, nacionalidade, religião, orientação sexual, necessidades especiais etc.
A intenção é semear o respeito ao outro e a aceitação às diferenças para garantir um convívio saudável e produtivo. Acreditamos que se pode mudar ou minimizar o impacto de um fenômeno social por meio da educação.
Com o objetivo de constituir uma alternativa de prevenção integral ao bullying, o Colégio Externato São José, em 2010, prevê várias iniciativas a serem realizadas em parceria com os pais, alunos e comunidade educativa, como:
·        Estudo e reflexão teórica por meio de textos com o tema Valores.
·        Poesias, filmes, músicas.
·        Palestras com profissionais especialistas (psicólogos).
·        Leitura e desenvolvimento de atividades a partir das histórias: “Orelha de limão”, “Violência, não!”, “Tudo bem ser diferente”, “Um mundinho de paz”, “Amigos” etc.
·        Construção de um painel semanal sobre a temática antibullying, quando cada agrupamento ficará responsável por organizar o mesmo com atividades dos alunos e pais.
·        Construção de cartazes contendo mensagens de conscientização antibullying.
·        Abraço da paz, enfocando o trabalho antibullying (21 de setembro de 2010). Na oportunidade, cada criança, até o 1º ano, trouxe uma camiseta branca que foi customizada com uma mensagem personalizada feita por cada criança. No dia da passeata, todos estavam usando suas camisetas.
            Em resumo, devemos e podemos colaborar, por meio deste projeto, para um estudo mais aprofundado sobre o bullying, identificando a presença deste fenômeno, bem como a sua prevenção em nosso ambiente escolar, tornando-o assim um espaço de trocas e interações, onde as relações humanas sejam saudáveis, significativas e de aprendizado para todos.


*Pedagoga e professora alfabetizadora do Colégio Externato São José e rede Municipal de Goiânia.

Bullying

BULLYING


Bullying é um termo em inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully - «tiranete» ou «valentão») ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz (es) de se defender. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de bullying pela turma.


TIPOS DE BULLYING

Os bullies usam principalmente uma combinação de intimidação e humilhação para atormentar os outros. Abaixo, alguns exemplos das técnicas de bullying:



 Insultar a vítima; acusar sistematicamente a vítima de não servir para nada.

 Ataques físicos repetidos contra uma pessoa, seja contra o corpo dela ou propriedade.

 Interferir com a propriedade pessoal de uma pessoa, livros ou material escolar, roupas, etc, danificando-os

 Espalhar rumores negativos sobre a vítima.

 Depreciar a vítima sem qualquer motivo.

 Fazer com que a vítima faça o que ela não quer, ameaçando a vítima para seguir as ordens.

 
 Colocar a vítima em situação problemática com alguém (geralmente, uma autoridade), ou conseguir uma ação disciplinar contra a vítima, por algo que ela não cometeu ou que foi exagerado pelo bully.


 Fazer comentários depreciativos sobre a família de uma pessoa (particularmente a mãe), sobre o local de moradia de alguém, aparência pessoal, orientação sexual, religião, etnia, nível de renda, nacionalidade ou qualquer outra inferioridade depreendida da qual o bully tenha tomado ciência.

 Isolamento social da vítima.

 Usar as tecnologias de informação para praticar o cyberbullying (criar páginas falsas sobre a vítima em sites de relacionamento, de publicação de fotos etc).

 Chantagem.

 Expressões ameaçadoras.

 Grafitagem depreciativa.

 Usar de sarcasmo evidente para se passar por amigo (para alguém de fora) enquanto assegura o controle e a posição em relação à vítima (isto ocorre com freqüência logo após o bully avaliar que a pessoa é uma "vítima perfeita").

 Fazer que a vitima passe vergonha na frente de varias pessoas



Colaboração: Bruno Numnes Menezes Linhares

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

sábado, 4 de setembro de 2010

BRINCADEIRAS PERVERSAS

Revista Mente&Cérebro - Edição 181 - Fevereiro 2008


BRINCADEIRAS PERVERSAS - I

O bullying é caracterizado por violência recorrente, desequilíbrio de poder e intenção de humilhar; a prática, freqüente nas escolas, pode levar as vítimas à depressão e ao Suicídio.
Por Cleo Fante*

No ambiente profissional essas práticas ocorrem tantas vezes que chegam a ser vistas como “normais”. De acordo com a frequência e a intensidade os atos podem se caracterizar como assédio moral. Há grande probabilidade de que suas consequências afetem a saúde mental de trabalhadores, comprometendo a autoestima, a vida pessoal e o rendimento profissional, resultando em queda da produção, faltas frequentes ao trabalho, licenciamentos para tratamento médico, abandono do emprego ou pedidos de demissão, alto grau de stress, depressão e, em casos extremos, suicídio.


© THOMAS GORDON/ISTOCKPHOTO

EXCLUSÃO SOCIAL: fofocas, apelidos pejorativos, ameaças, isolamento e calúnias transformam a vida de muitos estudantes em verdadeiro inferno

No contexto familiar, a violência pode ser vista como “prática educativa” ou forma eficaz de controle, validada pela maioria que a presencia ou a vive, incluindo a própria vítima. Tanto no contexto profissional quanto na família há estreita ligação de dependência – afetiva, emocional ou financeira – entre os protagonistas. Isso faz com que as vítimas em geral se calem e carreguem consigo uma série de prejuízos psíquicos.

Pesquisas mostram que grande parte daqueles que sofreram abusos psicológicos na infância utilizará na vida adulta essas práticas na educação de seus filhos, acreditando ser esse o procedimento mais adequado. Outros se tornarão submissos, passivos, indefesos, acreditando ser merecedores dos maus-tratos. Muitos ainda reproduzirão a violência no espaço socializador imediato à família, ou seja, na escola.

BRINCADEIRAS PERVERSAS -II


O despertar para a gravidade desse comportamento teve início há cerca de duas décadas, primeiro na Suécia e anos depois na Noruega, onde a questão se tornou tema de estudos científicos. O pesquisador norueguês Dan Olweus, professor da Universidade de Bergen, reconhecido internacionalmente como pioneiro nas investigações sobre o fenômeno, observou os altos índices de suicídio entre os estudantes e constatou a relação com o bullying na escola.

Aos poucos, o tema despertou interesse em outros países, inclusive no Brasil. Nossos estudos sobre a temática são recentes, datam de 2000, motivo pelo qual muitos ainda desconhecem o tema, sua gravidade e abrangência. Apesar dos recentes estudos, pesquisas revelam que 45% dos estudantes brasileiros estão envolvidos diretamente no fenômeno.

Assim como no mundo dos adultos, os autores de bullying planejam meticulosamente seus ataques. Escolhem dentre seus pares uma “presa” que pareça vulnerável – aquela que não oferecerá resistência, não revidará, não denunciará e nem conseguirá fazer com que outros saiam em sua defesa. Desferem seus golpes de modo a humilhar, constranger, difamar, menosprezar, excluir a vítima e intimidá-la de forma direta ou indireta. Para isso, se utilizam de várias estratégias, como apelidos pejorativos, comentários maldosos, calúnias, gozações, piadas jocosas relacionadas à sexualidade, insinuações, assédios, ameaças, danificação ou furto de pertences, empurrões, chutes, socos, pontapés, invasões e ataques virtuais, entre outras.

Esse tipo de comportamento preocupa pais e educadores de todo o mundo, especialmente por envolver crianças muito novas. O bullying pode ser identificado a partir dos 3 anos, quando a “intencionalidade desses atos já pode ser observada”.

*Cleo Fante é consultora educacional, doutoranda em ciências da educação da Universidade de Ilhas Baleares, Espanha, pesquisadora do bullying escolar, vice-presidente do Centro Multidisciplinar de Estudos e Orientação sobre o Bullying Escolar (Cemeobes) e autora do livro Fenômeno Bullying: como prevenir a violência nas escolas e educar para a paz (Verus, 2005).

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Projeto Anti Bullying no 1º ano

No mês de junho, aconteceu um encontro entre a Psic. Ms. Ádria Assunção e os alunos do 1 ano “C”, explicando o que é o bullying, como identificá-lo na sala de aula e que medidas podem ser tomadas caso eles vivenciem a situação.

Fiquei impressionada com a participação dos meus alunos. As crianças, de 6 anos em média, mostraram que sabem o que é “Bullying” e que estão dispostas a entrar na luta para extingui-lo.

Durante a palestra, as crianças não apenas se manifestaram, ressaltando algumas atitudes que retratam esse mal que ronda as escolas, mas também elaboraram algumas estratégias para acabar com ele caso o identifiquem em nossa escola.

Um fato que chamou a minha atenção foi quando uma aluna motivou toda a turma a participar do GAB*. Segundo a minha pequena sábia, o GAB é como uma liga da justiça e nós somos os super heróis que a compõem. Certamente, esse momento de reflexão e diálogo, vivenciado pelos alunos do 1º ano “C”, poderá contribuir para que nossas crianças sejam capazes de conviver com mais harmonia, respeitando os outros e exigindo o respeito que merecem. Portanto, assumamos nossa missão de heróis e heroínas: salvar a Escola, o Brasil e o planeta do Bullying e de toda e qualquer forma de violência!

Faça a sua parte!

Prof.ª Priscilla de Andrade S. Ximenes
Professora Alfabetizadora do Colégio Externato São José





* Grupo Antibullying é um grupo formado por alunos dos 8ºs anos, sob a orientação da Psic. Ms. Ádria Assunção, que tem como objetivo principal conscientizar toda a comunidade escolar sobre os prejuízos e consequências do Bullying por meio de práticas educativas.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

O Bullying


Bullying é o termo em inglês que significa uma série de situações de ridicularização, humilhação e agressão sofridas por vários estudantes das escolas do Brasil e do mundo.


Do meu ponto de vista, o bullying é um problema que está mais presente no nosso cotidiano do que parece, porque ele pode se manifestar silenciosa, indireta ou discretamente por meio de atividades diferentes e estranhas de uma pessoa. Para que nós o percebamos, é preciso saber enxergar e questionar essas situações, além de buscar uma solução.


É preciso dar apoio e ajudar esses jovens e crianças que estão envolvidos no bullying, porque tanto quem sofre quanto quem pratica, pode estar vivenciando problemas familiares, psicológicos ou de socialização que os tornam uma pessoa assim. Talvez, também tenham sofrido bullying anteriormente e ainda não conseguiram superar as marcas duradouras e dolorosas que ele causa.


Agora, por mais que cada um tenha seus problemas e seus rancores, eles podem ser melhorados por meio de conversas, de uma amizade e tudo se resolve. Você pode trocar idéias, dar e receber conselhos que poderão auxiliar a construir amizades, a conhecer um pouco mais cada colega, isso ajudará a resolver os problemas em vez de brigar e ridicularizar os outros.Siga em frente! Não desista! Você pode tornar o mundo mais pacífico!


Senhores pais, uma forma de descobrir se seu filho está sofrendo bullying é notar se há alguma mudança em seu comportamento. Caso ele se torne agressivo, se mostre calado, prefira ficar a maior parte do tempo sozinho, procure dialogar, dar-lhe apoio, entrar em contato com a escola em que ele estuda para saber se algo errado está ocorrendo. Procure um psicólogo ou especialista. Fiquem atentos, não deixem que isso se torne mais grave.


Ariel R. Franco
Aluno do 9º Ano “C”
Externato São José  -  2010